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Michael Najjar: high altitude



Dica pra quem está na Italia.

Studio la Città inaugura 15 maio de 2010 as 11.30 a mostra Michael Najjar: high altitude – financial markets between reality and simulation.

Studio La Città
Lungadige Galtarossa 21, 37133 Verona
Italy
+39 045 597 549
lacitta@studiolacitta.it
http://www.studiolacitta.it

Na real quis muito compartilhar essas montanhas. Mais do trabalho dele aqui.

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Picasso e a mascara © Robert Doisneau


Quando uma fotografia contexta a própia fotografia, o retrato, o artista e o ato fotográfico. AÍ SIM! vocês me entendem?

“Ás vezes a máscara deixa de ser um mero adereço e passa a se tornar um símbolo de caráter enganoso. Vemos isso nas histórias em quadrinhos a máscara não esconde somente a identidade, mas transforma a vida de quem a possui. Os super-hérois colocam as máscaras e se transformam naquilo que não são na frente dos outros.”
http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1scara


Alheios a Manifestação

Like a ghost

Alheios a Manifestação
Alheios a Manifestação
Alheios a Manifestação
Alheios a Manifestação


estrutura não individual


Felipe Baenninger/SempreVisível

estruta não individual
logo uma estruturra coletiva
maleável, cada caixa de madeira dessa fortalece o conjunto todo.
degradeando e colorindo cada parte da composição.


A invenção de um mundo

Essa semana tem um evento imperdível lá no Itau Cultural.
Tenho muito interesse em saber mais sobre os cara que vão expor e ouvir os relatos. Nos encontramos lá.

A INVENÇÃO DE UM MUNDO – Coleção da Maison Européenne de La Photographie/Paris
Curadoria : Eder Chiodetto e Jean-Luc Monterosso, 14 out a 13 de dez de 2009

Integram a mostra artistas como Joan Fontcuberta, Joel-Peter Witkin, ORLAN, Duane Michals, Sarah Moon, Christian Boltanski, Valerie Belin, Pierre e Gilles, Bernard Faucon, Martial Cherrier, entre outros.

La neige qui brule, 1981 de Bernard Faucon

La neige qui brule, 1981 de Bernard Faucon

Em paralelo os curadores criaram um ciclo de debares e palestras com acesso gratuito ao público, com nomes de grande relevância no cenário mundial na arte e no pensamento sobre a fotografia contemporânea. Veja a programação abaixo e organize sua agenda:

4ªfeira – 14 out
Relato Joan Fontcuberta
Horário: 17h30 às 19h30
Sala Itaú Cultural
Tradução simultânea: espanhol

5ª feira – 15 out
Mesa 1
18h30 às 20h30
Francês: Serge Tisseron
Brasileiro: Ronaldo Entler
Sala Itaú Cultural
Tradução simultânea: francês

6ª feira – 16 out
Mesa 2
19h30 às 21h30
Francês: François Soulages
Brasileiro: Rubens Fernandes Júnior
Sala Itaú Cultural
Tradução simultânea: francês

sábado – 17 out
Relato Joel-Peter Witkin
Horário: 10h30 às 13h
Sala Vermelha
Tradução simultânea: inglês

Conversa c/ curador Eder Chiodetto (Núcleo Educação Cultural)
Horário: 15h às 18h
Sala Vermelha
Tradução simultânea: francês

VIA MAIL ESTUDIO MADALENA


O TEMPO E A FOTOGRAFIA

17 horas
15 horas
14 horas
TEMPO Felipe Baenninger/SempreVisível


Coletividade pernambucana


Recife Notuno – Osmario Marques PE

A primeira coisa que ouvi sobre os pernambucanos que me chamou atenção foi a coletividade para chegar a um ideal comum.
A necessidade comum a uma geração de fotógrafos que se dedicou em buscar novas saídas para o saturado mercado de fotografia brasileiro. Regionalmente essa necessidade de fomento fez com que muitos repensassem seus valores – e os valores vigentes – para a construção de novas imagens, e mais, como e onde essa as imagens vão ser vistas.
Fatores que indicam vitórias de grande porte como a criação de uma Gerência de Serviços de Fotografia dentro da Prefeitura de Recife e Estadualmente a FUNDARPE Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco.
A segunda e mais importante foi se falada a palavra sonho o que leva a crer que esse desejo mutuo foi quem gerou essa tal expressão pernambucana.

É uma corrente SONHO > COLETIVO > SONHOS COLETIVOS > REALIZAÇÕES

Toda as reflexões e debates criados aumentam a conceitualização da fotografia. O fato desse tal movimento segmentado pernambucano é fruto do esforço de fotógrafos como Mateus Sá e Jason Magnum e de todos os pernambucanos que promovem varais, burburinhos e agitações culturais.
Em off conversei com varios pernambucanos e todos acham isso que a galera de lá está parando de olhar para o própio umbigo fotográfico e está se abrindo para este universo novo que vai se abrindo.
Em novembro vou tentar acompanhar a semana de recife. Ver e rever amigos e discutir fotografia que é o principal espírito desses eventos.

A nossa rede está se ampliando :

GabrielCabral.doc impressões e expressões de um macrista, fotógrafo de pelicula e digital, talvez entre nós o “último dos românticos”.